
Agora são outras pessoas sentadas ao meu lado, com quem eu mal conversava até então. São outras obrigações, outro ritmo, horário diferente. Primeiro dia a gente sempre fica sem jeito. São muitas as dúvidas e dá um pouquinho de vergonha e insegurança de perguntar, mas não deixei passar nenhuma questão. Fica aquele estranhamento, o não saber o que fazer, não ter tanto assunto nem intimidade para conversar. Mas o gosto do desafio, da novidade, do estar mais perto de uma área em que eu sempre tive vontade de atuar, é bom demais. Espero que dê tudo certo (vai dar!) nesse mês. Aliás, setembro começou com uma super festa, música boa, clima de "dance, dance, dance, sem parar", novo sabor na boca, mas o mesmo velho discurso batido, assim mesmo, pleonástico, para ressaltar. E, detalhe, antes de qualquer coisa, vieram as palavrinhas 'mágicas': "não me apego a ninguém". Daí, para a fase boa, depois a do "eu não quero ver você triste", saltando para uma mais desagradável do tipo "estou me achando"(até que ponto era brincadeira? até que ponto era a bebida? enfim...), fechando com um, ahn, choque de vontades. Do início doce para o final amargo, mas ainda assim, bem palatável. Dia seguinte de bobeira no calçadão, como há tempos não fazia, encontro casual com o moço da noite anterior, pizza e sorvete com as amigas. Aproveitando bem os últimos momentos do trio, antes da viagem. Setembro, setembro, que começo hein, meu caro? É tudo novo de novo.

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